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Por Sãmella Martiniano

Foto Equipe UDAMA

 

Queimada em Nova Mutum-Paraná

Quase um ano depois do primeiro caso, os moradores de Nova Mutum-Paraná voltam a sofrer com as consequências das queimadas.

“Não foi nada agradável começar o mês assim”, disse uma moradora do distrito ao conversar com nossa equipe sobre as queimadas na região.

Os moradores que vivem próximos aos pontos de incidência das queimadas são as principais vítimas. Pois, a fumaça libera substâncias tóxicas que irritam os olhos e as vias aéreas, e prejudica aqueles que têm problemas respiratórios como asma e bronquite.

A preocupação com as consequências vividas pela comunidade, e os danos causados ao Meio Ambiente, fez muitos moradores questionarem a utilização da Unidade de Integração de Segurança Pública (UNISP).

A nossa equipe contatou o representante do Corpo de Bombeiros de Nova Mutum Paraná, Tenente Constantino, que nos cedeu as seguintes informações: “Por estarmos em uma operação conjunta com a Polícia Rodoviária Federal, nós estamos dando apoio nesse caso à eles”. Ele disse ainda que o Corpo de Bombeiros atendeu a comunidade nessa temporada de queimadas e explicou que, em situações de calamidades como queimadas e acidentes, o Corpo de Bombeiros atua em prol do combate.

O Tenente também comentou que o Corpo de Bombeiros não dispõe de carros apropriados para atenderem a esse tipo de ocorrência.

A enfermeira Adriana Bueno, técnica do Programa de Saúde Pública da UHE Jirau, recomenda alguns cuidados à população: “Devido ao clima seco, a poluição do ar e ao uso do ar condicionado, o ressecamento da mucosa nasal e ocular torna-se comum nesse período do ano, proporcionando uma sensação muito desagradável às pessoas, podendo em alguns casos causar sangramento nasal, além de aumentar o risco de infecção. Para o tratamento desses sintomas recomenda-se aos moradores o uso de soro fisiológico 0,9% para hidratar a mucosa nasal e para a